Aplique o conhecimento em sua Vida
A compreensão emerge quando o buscador da verdade aplica em sua vida o que pode captar da Lei espiritual.
É a vivência dessa Lei que permite a consciência alcançar e desenvolver o Conhecimento, pois a evolução é a Lei manifestada na trajetória dos ciclos.
O mero acúmulo de informações serve, tão somente, para aumentar o peso da bagagem do indivíduo durante a viagem infinita que é a vida; mas se ele consegue fazer dos dados que lhe chegam um trampolim para reconhecer a Lei em um plano superior e transformar esse conhecimento em vivência efetiva, então certas informações ajudam a liberá-lo para cumprir os desígnios ditados pelo seu próprio ser interno.
Trigueirinho
Segredos Desvelados
Mente Ordenada e a Prática
A mente é o melhor instrumento que temos. Se ele for bem compreendido, a mente pode ser útil em nossa sadhana (prática espiritual).
No entanto, se a mente não está bem ordenada e disciplinada, pode distrair e dissipar todas as nossas potencialidades.
Swami Ramana
Meditação Raja Yoga - Parte 4 - Consciência, Transformação e Serviço
A Raja Yoga é, em essência, a verdadeira psicologia. É uma aproximação prática, experimental, à Alma, uma técnica de tornar-se um com a Alma.
Um raja iogue pode ter poderes paranormais altamente desenvolvidos. Devido à esses poderes ele é chamado de raja, de rei, alguém que tem grande controle sobre o seu eu inferior e sobre as energias e leis da natureza. Um das coisas importantes do que devemos nos lembrar é que o raja iogue não trabalha para o desenvolvimento psíquico, mas para a expansão de sua consciência, vivendo uma vida de sacrifício, de amor e de luz.
Qualquer movimento equivocado para desenvolver poderes paranormais pode ter consequências funestas no nosso organismo. A verdadeira paranormalidade é resultado de uma consciência que se expande, de um mecanismo que se transforma e de uma vida de serviço abnegado.
A verdadeira consciência de grupo começa no caminho da raja ioga, quando o homem entra na consciência anímica e responde como Alma, não como personalidade.
Saraydarian
A Sabedoria e a Prática
A sabedoria é transmitida nas Escrituras apenas para ser praticada por nós. Aquilo que não é favorável para a prática não é sabedoria. Aquilo que chamamos de sabedoria, mas que não se pode praticar, não é sabedoria. Ela só equivale a palavras sonoras, apenas para nos excitar, apenas para nos confundir.
Dr. K. Parvathi Kumar
Sound - The Key and its Application
http://www.worldteachertrust.org/bk/sound/index.html
Dr. K. Parvathi Kumar
Sound - The Key and its Application
http://www.worldteachertrust.org/bk/sound/index.html
Meditação Raja Yoga - Parte 3 - Parando a mecanicidade da mente
O método da Raja Yoga tem como objetivo parar a mecanicidade da mente, parar seus movimentos, suas mudanças (alterações) e torná-la um espelho límpido que reflita as grandes visões, idéias e belezas vistas através dos olhos da Alma.
Um raja iogue deve estar muito vigilante em relação a seus pensamentos, palavras e ações, de modo a não prejudicar nenhum ser vivo, e fazer do seu coração uma fonte de compaixão para com todos os seres vivos. Ele terá que usar toda as suas energias para a construção da ponte interior (antakarana) e para o serviço da humanidade.
Terá de estar focalizado na sua meta com todo o seu coração e mente, e permanecer sempre na luz da alma. Deve tentar fazer de toda a sua vida uma meditação extensiva, um processo de sublimação, de modo que possa atingir sua meta, que é a infusão e a realização da Alma.
À medida que seu trabalho avança e traço de hábitos seculares, ações mecânicas, memórias, impulsos e ilusões ocultas são purificadas, a alma humana gradualmente muda seu fogo de consciência e focaliza-se no Lótus, no mecanismo da Alma, e obtém a grande sabedoria do Cálice, acumulada através de eras.
O homem torna-se uma Alma e, até a quarta expansão maior de consciência, ele atua como uma Alma resplandecente de luz no seu Guia, o Anjo. No momento devido, o Anjo o deixa e o homem se torna Senhor de si mesmo.
Saraydarian
Meditação Raja Yoga - Parte 2 - Eu sou uma Alma
Nos Yoga Sutras de Patanjali a técnica científica (da Raja Yoga) nos é dada para expandir nossa consciência de Alma de modo a atuarmos como Almas.
Os Yoga Sutras de Patanjali eram o livro texto das escolas secretas, onde os discípulos e iniciados eram treinados. O Bhagavad Gita e o Novo Testamento são demonstrações, através de um drama existencial, dos resultados desta técnica interior.
Na Raja Yoga, a alma humana em expansão permanece na Luz do Anjo Solar e procura absorver essa luz e ser una com sua fonte. Por essa razão, Patanjali sugere a técnica dos Quatro Pontos de Vista que leva o homem à consciência causal, aos planos mentais superiores ao matrimônio místico com a Alma.
Um ser humano liberado é alguém que é capaz de alcançar esse estado de consciência e agir como Senhor da personalidade.
Saraydarian
Meditação Raja Yoga - Parte 1 - Introdução
Raja significa real, de rei, grandioso ou majestoso. Yoga significa comunhão, conexão, ligação. Raja Yoga é a técnica de unificação com o Senhor Interior, com o Anjo Solar, a Consciência de cada Ser ou Alma.
A Raja Yoga teve início na Índia através de Patanjali. Em seus sutras ele discorre sobre o caminho real, majestoso, de tornar-se um homem consciente da Alma.
Nesta técnica, o intelecto humano encontra a inteligência divina, ou a luz da Alma e, finalmente, em segurança, é conduzido à realização da Alma. Através desta técnica o filho pródigo se transforma no filho que retorna a Alma.
Os Yoga Sutras de Patanjali são a base para o estudo e a prática da Raja Yoga.
Saraydarian
Aprecie sua Existência
Nyoshul Khenpo Rinpoche (Tibete, 1932 – França, 1999):
Aprecie o valor e a oportunidade desta existência humana. Dê a ela significado, tanto para si mesmo quanto para os outros, revelando tudo que está dentro de você. Tenha fé, compaixão e devoção. Encontre a felicidade dentro: transforme sua mente e o mundo externo naturalmente se transforma em êxtase imutável, que não morre.
“Natural Great Perfection”, loc. 276
Mente Zen, Mente de Principiante
Para estudantes do Zen, a coisa mais importante é não ser dualista. Abertamente, a “mente original” inclui todas as coisas em si. É sempre rica e suficiente dentro de si mesma. Você não deve perder de vista seu estado auto-suficiente. Isso não significa uma mente fechada, mas sim uma mente vazia e uma mente pronta. Se sua mente está vazia, está sempre pronta para qualquer coisa; está aberta para tudo. Na mente de principiante há muitas possibilidades; na mente do expert há poucas.
Shunryu Suzuki (Japão, 1904 ~ EUA, 1971)
“Zen Mind, Begginer’s Mind”, loc. 166
(traduzido no Brasil como “Mente Zen, Mente de Principiante”)
(traduzido no Brasil como “Mente Zen, Mente de Principiante”)
Trikaya: a natureza específica de cada ser
Dentro de si o trikaya é indivisível e completo em um:
- Vazio onde absolutamente nada existe é o dharmakaya.
- Claridade, a radiância interior do vazio, é o sambhogakaya.
- Nascendo em toda parte sem obstrução é o nirmanakaya.
Os três completos em um, são sua natureza específica.
Francisca Fremantle
VAZIO LUMINOSO
http://www.nossacasa.net/shunya/default.asp?menu=1170
Espontaneidade
Don Hatfield
(...) Espontaneidade é aquilo que é. Qualquer que seja o caso, aquilo é a espontaneidade. Ser espontâneo significa não desejar qualquer outra coisa que já não esteja ali.
Se a sua mente julga, e daí? Se você se sente desconfortável com isso, então fique desconfortável. Se você puder aceitar o estar desconfortável e tudo mais que estiver acontecendo, você será espontâneo.
Espontaneidade não é um objetivo – é uma compreensão. Não é algo que tenha que ser praticado. Tudo que tem que ser praticado torna você mais e mais mecânico, um robô.
Espontaneidade é aquilo que já está acontecendo sem que você faça qualquer coisa a respeito. Seja verdadeiramente espontâneo. Qualquer que seja o caso, ele é desse jeito. Se você está julgando, tudo bem, você está julgando. Se você tem fantasias sexuais, isso também está OK. E se você se sente desconfortável com isso, tudo bem. Simplesmente tente compreender.
Tentar ser um outro alguém, tentar se tornar melhor, tentar melhorar as coisas, essa é toda a abordagem estúpida que tem corrompido a humanidade ao longo dos séculos, ao longo das eras (...).
Osho
http://blogdochampak.blogspot.com.br/2009/07/espontaneidade.html
Prática da Tranquilidade - Ponto 3 - Descansar na lucidez cognitiva
(...) Se você parar de pensar no passado e você parar de pensar sobre o futuro, o que resta? Você pode imaginar, desde que os pensamentos, por sua natureza tendem a ser sobre o passado e o futuro, que nenhuma função cognitiva que seja permaneceria na mente, e que sua mente, portanto, seria como um pedaço morto de pedra. Na verdade, isso não ocorre. A lucidez cognitiva da mente não depende do pensar para a sua existência
Você pode permanecer em um estado de lucidez cognitiva, mesmo quando você não está pensando no passadoou futuro. Então, aqui, a instrução é permanecer nessa lucidez cognitiva, que é independente de pensar sobre o passado ou o futuro e fazendo isso de uma forma que é livre de qualquer tipo de conceituação. Inicialmente, quando você tenta fazer isso, você pode fazê-lo brevemente. Como veremos mais adiante no texto, tradicionalmente, são enumeradas nove etapas para o cultivo de tranquilidade. Na primeira etapa, chamada de colocação, sua mente pode descansar este estado apenas brevemente. No segundo caso, chamada colocação adicional, ela pode descansar neste estado um pouco mais, e assim por diante(...).
Em qualquer caso, esta prática você descansa na consciência direta ou experiência do momento presente sem conceituá-la.
Thrangu Rimpoche
http://www.shenpen-osel.org/issue14.pdf
A Vida como ela É
Pensar e falar sobre a prática são substitutos fáceis para o esforço de fato que uma vida de prática requer. Nós resistimos a vida como ela é porque isso significaria abandonar nossas visões sobre como pensamos que ela deveria ser. A forma mais básica de resistir é querer que a vida seja alguma outra coisa além do que ela é.
Ezra Bayda, “Breaking Trough”
(Tricycle – Daily Dharma, 2012-05-30)
(Tricycle – Daily Dharma, 2012-05-30)
Prática da Tranquilidade - Ponto 2 - Não acenar para o futuro
(...) O segundo ponto diz respeito à pensar no futuro.
O que se entende por "acenando para o futuro" é simplesmente pensar no futuro. Querendo ou não somos capazes em qualquer situação, imaginarmos o futuro com precisão, pensando ser isso um grande negócio.
Pensar no futuro é bom e, de fato, necessária no pós-meditação, mas durante a prática da meditação, por uma questão de consciência não artificial, nós também deixamos de ir até o futuro. Assim, o segundo ponto é não especular sobre o futuro.
Thrangu Rimpoche
http://www.shenpen-osel.org/issue14.pdf
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