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Pontos para auto-reflexão


Felicidade. Todas as pessoas se esforçam para a felicidade. A sabedoria antiga diz-nos que a felicidade virá a nós quando deixarmos de busca-la para nós mesmos, quando vivemos com o fim de fazer os outros felizes.  A felicidade não é encontrada nas coisas exteriores e circunstâncias, mas em contentamento interior. Tornamo-nos mais felizes na medida em que nos libertamos do nosso descontentamento, nossa inveja, nossas demandas sobre outras pessoas e sobre a vida.

Aceitar o inevitável. Certas coisas estão em nosso poder, a maioria das coisas não são. Não adianta reclamar do inevitável, lamentando, colocando uma resistência, desejando algo diferente. Desejos vãos roubam a vontade, o poder de que precisamos para fazer uma contribuição positiva onde nós de fato podemos.

Sofrimento. O sofrimento é inevitável enquanto somos seres humanos. Devemos como uma questão de princípio, sem exceção, independentemente da nossa simpatia ou antipatia para com a pessoa que sofre tentar ajudar quando e onde pudermos. O sofrimento é, no fundo, sempre auto-causado por crimes contra as leis da vida. É, no entanto, um equívoco das leis da vida abster-se de ajudar, invocando "o carma da pessoa que sofre" como uma desculpa. Porque quando se tenta aliviar o sofrimento nós somos os agentes das leis da vida.

Ataques. Quando estamos sob o ataque de outras pessoas, quando estamos sendo criticados ou culpados, nós em 99% dos casos  encaramos com repulsa ,  repudiando de forma agressiva e retaliamos com abuso correspondente, ou depressivamente repousando na auto-piedade. No entanto, existe um terceiro método, que é positivo, construtivo e evolutivo para ambas as partes: a compaixão impessoal. Usando isto nós ouvimos as críticas com esse espírito: "Eu posso aprender alguma coisa disto, por mais que essa situação seja exagerada e bizarra. Eu posso saber o que a outra pessoa pensa serem minhas falhas, o que pode me ajudar a superá-las. Eu aprendo algo sobre a natureza e funções do homem. Eu exercito-me na virtude da invulnerabilidade e, acima de tudo:  Eu promovo uma melhor relação com essa pessoa, encarando a ira com calma, para que então ela não possa fazer outra coisa senão lamentar o assunto mais tarde, de modo que podemos nos tornar amigos de novo . "Nós somos responsáveis uns pelos outros. Se encaramos a indelicadeza com indelicadeza, então infalivelmente contribuiremos para que a outra pessoa fique presa em um estado negativo e doloroso.

Do medo de falhar, isso é um sério obstáculo para a evolução. Muitas vezes deixamos de agir, de fazer o que podemos por medo de cometer erros. A teoria Hylozoica (Pitágoras) nos proporciona a compreensão teórica do fato de que o homem é um ser muito imperfeito, já que ele está em desenvolvimento. Mas, de alguma forma, ainda se apeguem a esse vida hostil moralista (fomentado pelas exigências do cristianismo que o homem seja perfeito), dizendo que "ele é perfeito não comete erros óbvios". O absurdo deste ponto de vista é claro pelo fato de que o indivíduo passivo que está sentado quando algo errado está sendo feito, obviamente, "não comete erros". De acordo com a lei da colheita, no entanto, a passividade e omissão têm as suas consequências, e de nenhuma maneira mais suaves. Uma maneira de sacudir essa passividade perversa é dizer para si mesmo várias vezes: "O valor que dou a mim mesmo não é devido aos meus chamados fracassos, mas minhas tentativas sinceras e minha busca constante de evoluir."

Pare de acusar os outros pelos problemas! De preferência procure as causas em si mesmo, se você a procura em tudo que está fora! Não seja lento para agir! Faça isso agora!

Confie em si mesmo. Geralmente, somos muito dependentes da forma como as outras pessoas nos vêem e valorizam nós. Estar sob esta força nos esforçamos para agradar os outros e temos uma compulsão interna para justificar nossas ações antes dos outros. Precisamos fortalecer a nossa confiança em nós mesmos. Um bom começo é abster-se, em princípio, de dar aos outros vislumbres de nossa vida privada, de explicar os motivos para os nossos pontos de vista particulares, etc, que é um direito concedido a nós pela lei da liberdade. É um método de trabalho do lado da evolução também porque é uma forma não agressiva de neutralizar eficientemente fofoca geral e curiosidade.

Gratidão. Todos os dias devemos contemplar, por alguns minutos, quão  imensamente são as coisas que temos as quais devemos ser gratos, quantos favores,  oportunidades, a vida nos dá possibilidades em quase todos os momentos, como poderíamos usá-las melhor no serviço da vida e ao fazê-lo pagar por nossos débitos. Lema: "Seja grato por tudo!"


Henry T. Laurency

POSITIVAÇÃO: Atitudes Negativas e Atitudes Positivas



Nossa atitude para com tudo na vida, com os outros e com nós mesmos, pode ser negativa ou positiva.

A atitude negativa (tradicionalmente chamado de "mal") inclui tudo o que neutraliza a leis da liberdade, unidade, auto-realização e auto-ativação.  A esta pertencem todas as tendências para restringir o direito do homem de viver a sua vida como ele pensa (desde que não viole o direito dos outros ou para com ele mesmo).

A esta atitude negativa pertencem todas as demandas moralistas de algum determinado modo de vida ou obediência a uma convenção, todos os obstáculos para a busca do conhecimento, todas as restrições à aspiração do homem para níveis mais elevados, todas as tendências ditatoriais, totalitários e autoritários (exceto medidas necessárias tomadas contra os infratores dos direitos dos outros), tudo o que tende a incutir medo no homem, pessimismo, desalento, a sensação de falta de sentido ou absurdo (abundância de exemplos na arte moderna), todos os tipos de calúnia, fofocas e curiosidades sobre a vida privada das outras pessoas, toda desconfiança e mesquinhez. E por último, e em principalmente: todos os julgamentos e moralizações.

A atitude positiva (tradicionalmente chamado de "bem") inclui tudo o que funciona em harmonia com as quatro leis da vida mencionadas anteriormente.

A atitude positiva se esforça para amar compreensivamente tudo que é humano, se esforça para ver o melhor em todos e desconsidera o pior lado como uma questão de princípio. Ela se abstém de julgar e moralizar, uma vez que olha mais profundamente e sabe que as falhas são sempre universalmente humanas, que vemos apenas o que nos dispomos a ver sobre nós mesmos, que quem quer que julgue outra pessoa julga a si mesmo.

Uma vez que tudo pode ser mal interpretado, deve ser dito aqui que a atitude positiva não implica neutralismo ou fraqueza a frente de violações de direitos. O homem positivo faz o seu melhor para combater a mentira, o ódio e a violência, intervém decididamente ao lado da violados, mas tenta ao mesmo tempo entender e não julgar o infrator - para esta atitude é necessário ser capaz de distinguir entre coisas e pessoas, os erros e o errante.

A atitude positiva diante da vida é baseada na confiança na vida e na confiança em si mesmo e fazer o seu melhor para incutir o mesmo espírito nos outros. Ela quer expor  e mostrar às pessoas as suas imensas possibilidades, o que nos dá poder, coragem e alegria; ajuda a mitigar nossa tendência arraigada a ser hipnotizado por obstáculos e fracassos.



Baseado nos escritos de Henry T. Lawrency
Escritor que se dedicou a desenvolver os pensamentos
da escola esotérica de Pitágoras
http://www.laurency.com/Fke/Fke9.pdf


POSITIVAÇÃO: Tendências pessoais de Atração ou Repulsão



Já no reinos sub humanos,  a mônada tem conseguido adquirir uma tendência básica. Trata-se de uma ou de outra tendência: atrativa (positivo) ou repulsiva (negativo).

Tendo uma tendência básica atrativa, a mônada se esforça instintivamente para se adaptar aos seres ao seu redor, porque - embora vagamente - percebe sua unidade inevitável com eles. Tendo uma tendência básica repulsiva, a mônada se esforça para afirmar-se contra a vida que a rodeia, para explorá-la e dominá-la.

As duas tendências básicas desenvolvem-se ainda mais no reino humano dentro do amor e ódio, no desejo de unidade e na vontade de poder. Essas mônadas humanas que têm a tendência repulsiva devem superá-la, substituindo-a com a tendência atrativa, antes que elas possam alcançar o estágio causal. Isto exige um trabalho gigantesco, especialmente porque a maioria da humanidade em nosso planeta tem adquirido a tendência repulsiva.

Não é fácil para a minoria que está trabalhando para fortalecer ou adquirir atração, quando seu ambiente - com sua negatividade individual e coletiva (afetando-os  também telepaticamente) - contrapõe esse esforço.

Repulsão é o obstáculo mais maciço para a evolução do nosso planeta, coletivamente e individualmente.

A partir disso, está claro que o trabalho para a atração - a unidade, o amor, a compreensão, a tolerância, a fraternidade, a cooperação - é o trabalho mais importante que a evolução individual e do coletivo podem fazer. A base necessária para este trabalho é o indivíduo estar se esforçando para uma atitude positiva frente a vida.


Baseado nos escritos de Henry T. Lawrency
Escritor que se dedicou a desenvolver os pensamentos
da escola esotérica de Pitágoras
http://www.laurency.com/Fke/Fke9.pdf

As Leis da Vida na Evolução



Nos níveis mais baixos de evolução o homem vive de forma inconsciente e automática. Nos estágios mais avançados o homem pode trabalhar eficientemente por sua evolução através da aplicação das Leis da Vida. Todas as sete leis da vida trabalham juntas pela evolução do homem. Elas trabalham, todavia, de formas diferentes.

Três dessas Leis – as Leis do Desenvolvimento, Destino e Mérito (Colheita) – trabalham por uma longa série de encarnações sem que o homem seja capaz de diretamente influenciá-las ou seus efeitos. Elas determinam as condições básicas de cada encarnação. Porém, dentro das limitações que são inevitáveis em qualquer nível de Desenvolvimento, Destino e Mérito (Colheita), o homem muitas vezes é capaz de aplicar outras quatro Leis: As Leis da Liberdade, da Unidade, do Eu e da Ativação de forma eficiente e propositalmente. Assim, ele pode afetar indiretamente as outras leis também. Estas são, portanto, as quatro Leis mais importantes para o homem do ponto de vista evolutivo.

É uma visão errônea da Lei do Mérito (Colheita) que tudo o que encontramos na vida é apenas colheita (o chamado karma). A Lei da Liberdade exclui a possibilidade do chamado destino cego. Temos 99% de chances de mudar o nosso destino aparentemente inevitável. Mas, para isso, devemos ter uma atitude positiva diante da vida: a percepção de que temos o poder de superar obstáculos aparentemente intransponíveis.

O propósito da Lei do Mérito (Colheita) é nos fazer compreender a vida, fazer-nos respeitar a unidade, mostrando-nos de forma mais tangível qual a consequência quando temos a unidade, sob nossos pés. Se tivermos essa atitude, então devemos ser capazes de tomar os sofrimentos e adversidades tranquilamente e de uma forma positiva, tomá-los como as provações que devemos passar, a fim de ganhar força interior e resistência, qualidades necessárias e habilidades.

Normalmente levamos a Colheita no sentido negativo. Ao fazê-lo pioramos o efeito da colheita e até da nova semeadura. É verdade que o sofrimento do homem é auto-infligido. No entanto, apenas cerca de um décimo do seu sofrimento é uma Colheita ruim. Os restantes 9/10 deve ser entendido como a forma negativa de enfrentar sua má colheita: pela tristeza, preocupação, medo, depressão, tristeza, ódio, desejo de vingança, e assim por diante. A imaginação amplia as coisas e a imaginação nos faz reviver o sofrimento muitas vezes.

No “Estágio Cultural” o homem desperta para a percepção de que ele precisa aprender a controlar sua consciência, conscientemente mantendo seus pensamentos, sentimentos e imaginação sob observação. Assim ele descobre a arma mais eficiente que há em sua guerra contra o sofrimento. Usando-a, ele pode aprender a superar grande parte do seu sofrimento.


Henry T. Lawrence
escritor que se dedicou a desenvolver os pensamentos da escola
esotéricade Pitágoras na atualidade
http://www.laurency.com 
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