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Como ajudar o próximo
Ajudar os outros aliviando suas necessidades físicas é muito importante, porém o auxílio é tanto maior quanto maior é a necessidade e duradouro o auxílio. Se as necessidades de um homem podem ser aliviadas durante uma hora, devemos ajudá-lo; se podem ser remediadas por um ano, o auxílio será maior; porém se for eliminado para sempre, este será, sem dúvida, o melhor auxílio que lhes será prestado.
O conhecimento espiritual é o único que pode destruir nossas misérias para sempre; os demais só satisfazem as necessidades por algum tempo. O conhecimento do espírito é o único que consegue destruir para sempre o desejo; assim, o auxílio espiritual é o mais elevado auxílio que se pode oferecer ao homem.
Quem dá conhecimento espiritual é o maior benfeitor do gênero humano, e por isto vemos que foram sempre os homens de maior poder que auxiliaram a humanidade em suas necessidades espirituais, porque a espiritualidade é a verdadeira base de nossa vida.
Swami Vivekananda
Karma Yoga
Conversa com Maharaj
Maharaj: Você pode sentar no chão? Precisa de uma almofada? Tem qualquer pergunta a fazer? Não é que você necessite perguntar, você pode também ficar quieto. Ser, só ser, é importante. Você não precisa perguntar, nem fazer nada. Tal modo aparentemente preguiçoso de passar o tempo é altamente considerado na Índia.
Significa que, no momento, você está livre da obsessão do “e agora?”. Quando você não tem pressa e a mente está livre da ansiedade, ela se torna tranqüila e, no silêncio, algo pode ser ouvido, o qual é ordinariamente muito tênue e sutil para ser percebido. A mente deve estar aberta e serena para ver. O que estamos tentando fazer aqui é trazer nossas mentes para dentro do estado adequado ao entendimento do que é real.
Pergunta: Como podemos reduzir nossas preocupações?
M: Você não necessita preocupar-se com suas preocupações. Apenas seja. Não tente estar tranqüilo; não faça do “estar tranqüilo” uma tarefa a ser realizada. Não se inquiete a respeito de “estar tranqüilo”, angustiado por “ser feliz”. Simplesmente, seja consciente de que você é, e permaneça consciente – não diga “sim, eu sou; e agora?” Não há um “e agora?” no “Eu sou”. É um estado eterno.
P: Se for um estado eterno, ele se expressará de qualquer modo.
M: Você é o que é, eternamente, mas de que lhe serve isto a menos que você o conheça e saiba agir de acordo? Sua tigela de mendigo pode ser de puro ouro, mas, enquanto você não souber disto, será um miserável. Você deve conhecer seu valor interno e confiar nele, e expressá-lo no diário sacrifício do desejo e do medo.
P: Se eu me conhecesse, não deveria desejar ou temer.
M: Durante algum tempo, os hábitos mentais podem demorar-se apesar da nova visão – o hábito de desejar o passado conhecido e temer o futuro desconhecido. Quando você souber que estes só pertencem à mente, poderá ir além deles.
Enquanto tiver todo o tipo de idéia sobre si mesmo, conhecer-se-á através da névoa destas idéias; para conhecer-se tal com é, abandone todas as idéias.
Não pode imaginar o sabor da água pura, só pode descobri-lo abandonando todos os sabores.
Enquanto estiver interessado em seu modo atual de vida, você não o abandonará. O descobrimento não poderá vir, enquanto você estiver aderido ao familiar. Só quando você compreender plenamente a imensa aflição de sua vida, e se rebelar contra ela, poderá encontrar a saída.
P: Posso ver agora que o segredo da vida eterna da Índia está nestas dimensões da existência das quais a Índia sempre teve a custódia.
M: É um segredo aberto e sempre houve pessoas querendo, e dispostas a distribuí-lo. Mestres, há muitos; discípulos corajosos, muito poucos.
P: Estou desejoso de aprender.
M: Aprender palavras não é o bastante. Você pode conhecer a teoria, mas sem a experiência real de si mesmo como o impessoal e não qualificado centro de Ser, amor e bem-aventurança, o mero conhecimento verbal será estéril.
P: Então, o que faço?
M: Tente ser, apenas ser. A palavra mais importante é “tentar”. Destine tempo suficiente a cada dia para sentar-se quietamente e tentar, apenas tentar, ir além da personalidade com seus vícios e obsessões.
Não pergunte como, não pode ser explicado. Siga tentando até ser bem sucedido. Se perseverar, não poderá haver fracasso. O que interessa no grau máximo é a sinceridade, a seriedade; deve estar farto de ser a pessoa que é, e ver a urgente necessidade de libertar-se desta desnecessária auto-identificação com um punhado de recordações e hábitos. Esta firme resistência contra o desnecessário é o segredo do êxito.
No final das contas, você é o que é a cada momento de sua vida, mas nunca é consciente disto, exceto, talvez, no momento de acordar do sono. Tudo quanto necessita é ser consciente do ser, não como uma afirmação verbal, mas como um fato sempre presente.
A Consciência que você é abrirá os seus olhos para o que você é. É tudo muito simples. Em primeiro lugar, estabeleça um contato constante consigo mesmo, esteja consigo mesmo todo o tempo. Todas as bênçãos fluem da Consciência. Comece como um centro de observação, de conhecimento deliberado, e torne-se um centro de amor em ação. “Eu sou” é uma pequena semente que se tornará uma poderosa árvore – de forma totalmente natural, sem um traço de esforço.
P: Vejo tanto mal em mim mesmo. Não devo mudar isto?
M: O mal é a sombra da falta de atenção. Na luz da Consciência, ele secará e cairá.
Toda dependência de outro é fútil, pois o que os outros podem dar, outros levarão. Apenas o que é seu no princípio permanecerá seu ao final. Não aceite orientação exceto de dentro e, mesmo então, examine bem todas as lembranças, pois elas o enganarão.
Mesmo que desconheça os caminhos e os meios, fique quieto e olhe para dentro de si mesmo; a orientação, seguramente, virá.
Você nunca é deixado sem conhecer que próximo passo deverá dar. O problema é que você pode evitá-lo. O Guru está aí para dar-lhe coragem, devido à sua experiência e realização. Mas só aquilo que você descobre através de sua própria Consciência, seu próprio esforço, será de uso permanente para você.
Lembre-se, nada do que você percebe é seu. Nada de valor vem a você do exterior; apenas seu próprio sentimento e entendimento são relevantes e reveladores. Palavras ouvidas, ou lidas, apenas criarão imagens em sua mente, mas você não é uma imagem mental. Você é o poder da percepção e da ação por trás e além da imagem.
P: Parece que você me aconselha a centrar-me em mim mesmo ao ponto do egoísmo. Não devo render-me a meu interesse pelas outras pessoas?
M: Seu interesse nos outros é egoísta, é interesse próprio, orientado para si mesmo. Você não está interessado nos outros como pessoas, mas só na medida em que eles enriquecem ou enobrecem sua própria imagem de si mesmo. E o maior egoísmo é cuidar apenas da proteção, preservação e multiplicação do próprio corpo. Por corpo quero dizer tudo o que está relacionado com seu nome e forma – sua família, tribo, país, raça, etc.
O egoísmo é estar apegado à forma e ao nome. Um homem que sabe que não é nem corpo nem mente não pode ser egoísta, pois não tem nada por que ser egoísta. Ou, você pode dizer que é igualmente “egoísta” em benefício de todos aqueles que encontra; o bem-estar de todos é o seu bem-estar. O sentimento “eu sou o mundo, o mundo sou eu mesmo” torna-se totalmente natural; uma vez que isto esteja estabelecido, não haverá modo de ser egoísta.
Ser egoísta significa invejar, adquirir, acumular em benefício da parte e contra o todo.
P: Pode-se ser rico e com muitas posses por herança ou matrimônio, ou simplesmente boa sorte.
M: Se você não se aferrar a elas, serão levadas de você.
P: Em seu estado presente, pode amar outra pessoa como pessoa?
M: Eu sou a outra pessoa, a outra pessoa sou eu mesmo; em nome e forma somos diferentes, mas não há separação. Na raiz de nosso ser, nós somos um.
P: Não é assim toda vez que há amor entre pessoas?
M: É, mas não são conscientes disto. Elas sentem a atração, mas não conhecem a razão.
P: Por que o amor é seletivo?
M: O amor não é seletivo, o desejo é seletivo. No amor não há estranhos. Quando o centro do egoísmo não existe mais, todos os desejos de prazer e temor da dor cessam; não se está mais interessado em ser feliz; além da felicidade está a pura intensidade, a energia inesgotável, o êxtase de dar de uma fonte perene.
P: Não devo começar resolvendo por mim mesmo o problema do certo e do errado?
M: O que é agradável, as pessoas tomam por bom, e o que é doloroso é tido por mau.
P: Sim, é assim, para nós, pessoas comuns. Mas como é para você, no nível da unidade? O que é bom e o que é mau para você?
M: O que aumenta o sofrimento é mau e o que o remove é bom.
P: De modo que você não considera bom o sofrimento em si mesmo. Há religiões em que o sofrimento é considerado bom e nobre.
M: O karma, ou destino, é a expressão de uma lei benéfica; o universal tende ao equilíbrio, à harmonia e à unidade. A cada momento, aquilo que acontece agora é no sentido do melhor. Pode parecer doloroso ou feio, um sofrimento amargo e sem sentido, mesmo assim, considerando o passado e o futuro, é para melhor, a única saída de uma situação desastrosa.
P: Sofre-se apenas pelos próprios pecados?
M: Sofre-se junto com o que se acredita ser. Se você se sentir um com a humanidade, você sofrerá com ela.
P: E, posto que você pretende ser um com o universo, não há limite no tempo e no espaço para seu sofrimento!
M: Ser é sofrer. Quanto mais estreito for o círculo de minha auto-identificação, mais agudo o sofrimento causado pelo desejo e pelo medo.
P: O Cristianismo aceita o sofrimento como purificador e enobrecedor, enquanto o Hinduísmo o olha com desgosto.
M: O Cristianismo é uma maneira de juntar palavras e o Hinduísmo é outra.
O real é, por trás e além das palavras, incomunicável, diretamente experimentado, explosivo em seus efeitos sobre a mente. É facilmente obtido quando não se quer nada mais.
O irreal é criado pela imaginação e perpetuado pelo desejo.
P: Pode haver sofrimento que seja necessário e bom?
M: A dor acidental, ou casual, é inevitável e transitória; a dor deliberada, infligida inclusive com a melhor das intenções, é absurda e cruel.
P: Você não castigaria o crime?
M: A punição não é senão crime legalizado. Na sociedade construída sobre a prevenção em vez da retaliação, haveria poucos delitos. As poucas exceções seriam tratadas medicamente, como mente e corpo enfermos.
P: Parece que você tem pouco emprego para a religião.
M: O que é a religião? Uma nuvem no céu. Eu vivo no céu, não nas nuvens, as quais são muitas palavras unidas. Elimine a verbosidade e o que permanece? A verdade permanece. Meu lar está no imutável, o qual parece ser o estado de constante reconciliação e integração dos opostos.
As pessoas vêm aqui para aprender sobre a existência real de tal estado, sobre os obstáculos a seu surgimento e, uma vez percebido, sobre a arte de estabelecê-lo na consciência, de modo que não haja choque entre o entendimento e o viver. O próprio estado está além da mente e não é necessário aprendê-lo.
A mente pode apenas focar os obstáculos; ver um obstáculo como obstáculo é eficaz, porque é a ação da mente sobre a mente.
Comece do início; dê atenção ao fato de que você é. Em nenhum momento você pode dizer “eu não fui”, tudo o que pode dizer é: “Não recordo”. Você sabe quão incerta é a memória.
Aceite que, preocupado com mesquinhos assuntos pessoais, esqueceu o que é; trate de recuperar a memória perdida mediante a eliminação do conhecido.
Não se pode falar a você sobre o que vai acontecer, nem tampouco é desejável; a antecipação criará ilusões.
Na busca interior, o inesperado é inevitável; o descobrimento está invariavelmente além de toda a imaginação. Do mesmo modo que uma criança ainda não nascida não pode conhecer a vida depois do nascimento, pois não tem em sua mente nada para formar uma imagem válida, assim também a mente é incapaz de pensar no real em termos de irreal exceto mediante a negação: “Isto não, aquilo não”.
A aceitação do irreal como real é o obstáculo; ver o falso como falso, e abandoná-lo, traz a realidade para dentro do ser.
Os estados de total claridade, amor imenso, coragem completa, são meras palavras no momento, perfis sem cor, sinais do que pode ser. Você é como um homem cego esperando ver depois de uma operação – desde que você não a evite!
No estado em que estou, as palavras não interessam de forma alguma. Nem há qualquer dependência delas. Só importam os fatos.
P: Não pode haver nenhuma religião sem palavras.
M: As religiões documentadas são meros montes de verbosidade.
As religiões mostram seu verdadeiro rosto na ação, na ação silenciosa.
Para saber no que o homem acredita, observe como ele age. Para a maioria das pessoas, o serviço a seus corpos e mentes é sua religião. Podem ter idéias religiosas, mas não agem de acordo com elas. Brincam com elas, muitas vezes sentem-se muito orgulhosas delas, mas não agirão de acordo com elas.
P: As palavras são necessárias para a comunicação.
M: Para a troca de informações, sim. Mas a comunicação real entre as pessoas não é verbal. Para estabelecer e manter uma relação afetuosa, requer-se uma Consciência expressa na ação direta. Não o que você diz, mas o que faz é que importa. As palavras são fabricadas pela mente e só são significativas no nível mental.
Não pode comer nem viver da palavra “pão” que, meramente, comunica uma ideia. Ela adquire significado apenas com a refeição real.
No mesmo sentido, estou lhe falando que o Estado Normal não é verbal. Posso dizer que é o amor sábio expresso na ação, mas estas palavras transmitem pouco, a menos que você as experimente em toda sua plenitude e beleza.
As palavras têm sua utilidade limitada, mas não pôr nenhum limite a elas nos leva à beira do desastre. Nossas nobres idéias estão elegantemente equilibradas por ações desprezíveis. Nós falamos de Deus, Verdade e Amor, mas, em lugar de experiências diretas, nós temos definições. Em vez de aumentar e aprofundar a ação, nós cinzelamos nossas definições. E imaginamos que conhecemos o que podemos definir!
P: Como se pode transmitir a experiência senão por palavras?
M: A experiência não pode ser transmitida através de palavras. Vem com a ação. Um homem cuja experiência é intensa irradiará confiança e coragem. Outros também agirão, e ganharão a experiência nascida da ação. O ensinamento verbal tem sua utilidade, prepara a mente para esvaziar-se de suas acumulações.
Um nível de maturidade mental é alcançado quando nada externo é de algum valor e o coração está pronto para abandonar tudo. Então o real tem uma oportunidade e a aproveita. Os atrasos – se houver algum – são causados pela mente que se recusa a ver ou a descartar.
P: Estamos tão totalmente sós?
M: Oh, não! Não estamos. Aqueles que têm podem dar. E tais doadores são muitos. O próprio mundo é um presente supremo, mantido por um amoroso sacrifício. Mas, os adequados receptores, sábios e humildes, são poucos. “Pedi e será dado” é a lei eterna.
Tantas palavras você tem aprendido, tantas você tem dito. Você conhece tudo, mas não a si mesmo. Porque o ser não é conhecido através de palavras – apenas a percepção direta o revelará. Olhe dentro de si mesmo, busque no interior.
P: É muito difícil abandonar as palavras. Nossa vida mental é uma corrente contínua de palavras.
M: Não é questão de fácil ou difícil. Você não tem alternativa. Ou você tenta, ou não. Depende de você.
P: Tentei muitas vezes e fracassei.
M: Tente novamente. Se continuar tentando, alguma coisa poderá acontecer. Mas se você não tentar, estará preso.
Você pode conhecer todas as palavras adequadas, citar as escrituras e ser brilhante em suas discussões e, mesmo assim, continuar sendo um saco de ossos.
Ou pode ser discreto e humilde, uma pessoa totalmente insignificante, todavia resplandecente de amorosa bondade e profunda sabedoria.
Eu Sou Aquilo - Conversações com Sri Nisargadatta Maharaj
União com a Alma
Aquele que procura alcançar a União [com a Alma] tem duas coisas a fazer:
1. Obter o controle da versátil natureza psíquica;
2. Impedir que a mente assuma as diversas formas que tão facilmente assume.
Essas duas coisas produzem o controle do corpo emocional (DESEJO) e o controle do corpo mental (MENTE).
> O desejo incontrolado e uma mente desgovernada vedam a luz da alma e anulam a consciência espiritual.
> Quando a natureza inferior é controlada, a superior pode se manifestar.
> Quando isso é consumado, o Iogue se conhece como realmente é: vê o ego; compreende a verdadeira natureza da Alma; identifica-se com a Realidade Interna e não mais com as formas que a esconde; conquista a consciência espiritual; desperta para o reconhecimento do Deus interno.
De "A Luz da Alma", Tomo I, Alice Bailey
Como um grão de areia
Para que a voz perca o poder de ferir, o homem deve ter chegado àquele ponto em que vê a si mesmo como apenas mais um em meio às vastas multidões que vivem; apenas mais um entre os grãos de areia levados para lá e para cá pelo mar da existência vibratória.
Afirma-se que cada grão de areia no leito do oceano é levado a seu tempo até a praia e vive à luz do sol por um momento. O mesmo ocorre com os seres humanos. Eles são levados para lá e para cá por uma grande força; e cada um, no momento certo, sente sobre si os raios solares.
Quando um ser humano é capaz de ver deste modo a sua própria vida como parte do todo, ele deixa de lutar para obter qualquer coisa para si mesmo.
"Light on the Path", Theosophy Co., pp. 75-76
Algumas notas sobre a voz
1. "A Respiração, Voz, Eu e a Palavra é a síntese dos sete sentidos." (Doutrina Secreta, vol I, pg. 205.)
2. A voz que você ouve é o requerente é:
a) A voz do silêncio.
b) A voz das nuvens.
c) A voz mansa e delicada.
3. Teremos de desenvolver o sentido oculto da orelha.
a) A audição é o primeiro sentido que se desenvolve ocultamente.
b) Corresponde a primeira atividade de Deus. "Deus disse"
c) precede a visão.
"Eu tenho ouvido falar de você, ouvido ouvido, mas agora meus olhos te vêem." (Jó)
"Se você não ouve, você não pode ver."
4. Se as vozes são silenciadas, a voz pode ser ouvida.
a) As vozes do mundo que nos rodeia. Os sons do plano físico.
b) As vozes de nossos desejos.
c) As vozes de outros homens.
5) "Eles dizem. O que eles dizem? Vamos dizer!
6) A voz do de opinião e de doutrina em matéria de religião ou filosofia.
7) A voz de nossos próprios pensamentos.
Conseqüentemente, a linguagem tem de ser convertida em som.
As palavras têm de transformar em A PALAVRA.
O destino é guiado pela voz celestial do protótipo invisível ou o nosso homem interior astral. " (Doutrina Secreta, vol II, pg. 584.)
Alice Bailey
ESTUDIOS SOBRE LA "DOCTRINA SECRETA"
Parte 1: Sonido y Lenguaje
Desejo de Admiração
"O que fazemos só terá importância para o mundo apenas se ato representar a expressão de nosso próprio ser. Neste caso, não há necessidade de admiração por parte de ninguém"
Marcos César
O Desejo de Admiração: Imaturidade para os Caminhos da Vida
http://www.oagora.com/?p=2718&cpage=1#comment-2948
Medo
Nosso medo, a menos do medo de perigo de morte real, é centrado na idéia de solidão revestida de um desejo de alguma forma de aceitação por outrem, de tal maneira que este proporcione um espaço para realização de nossos desejos de vida.
Este medo gera nossa dependência emocional de aspectos externos a quem somos. Assim, se os acontecimentos ocorrem conforme nossas intenções e desejos, acreditamos que estaremos “emocionalmente bem”, caso contrário, estaremos “emocionalmente mal”.
O medo cria a ansiedade pela obtenção de uma segurança que nunca existirá e que nos condiciona a um modelo de vida que não leva em conta a felicidade no presente, adiada para um futuro promissor.
Viver condicionado por este medo é desacreditar em quem somos e em nosso verdadeiro potencial para viver e superar as adversidades através de nossas qualidades naturais e individuais das quais somos dotados. Ele põe abaixo nossa auto-confiança e auto-estima”
Marcos César
http://www.oagora.com/?p=2913
Excertos de "A Ciência Secreta"
Não procureis levantar o véu antes de terdes mudado os vossos desejos.
...
Que seria a Luz se tu a recebesses sem projetá-la sobre o mundo com tanto poder e doçura quanto ela te é dada?
…
A solidão que tens sofrido te conduz a refletir. A desilusão que talvez tenhas sofrido te conduz a encarar o mundo e a vida sob um aspecto mais exato.
…
O primeiro ponto a cumprir é conhecer-te. Não é sem causa que os antigos tinham feito deste conhecimento o primeiro estágio da sua iniciação. Sabes quais são as tuas qualidades e os teus defeitos. Deves desenvolver umas e eliminar outros.
Durville Henri
A Ciência Secreta - Vol. I
...
Que seria a Luz se tu a recebesses sem projetá-la sobre o mundo com tanto poder e doçura quanto ela te é dada?
…
A solidão que tens sofrido te conduz a refletir. A desilusão que talvez tenhas sofrido te conduz a encarar o mundo e a vida sob um aspecto mais exato.
…
O primeiro ponto a cumprir é conhecer-te. Não é sem causa que os antigos tinham feito deste conhecimento o primeiro estágio da sua iniciação. Sabes quais são as tuas qualidades e os teus defeitos. Deves desenvolver umas e eliminar outros.
Durville Henri
A Ciência Secreta - Vol. I
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